sábado, dezembro 14, 2002

Pouco veneno e muita mediocridade


Veneno bom é aquele que o Cazuza pedia na veia – o da anti-monotonia. Mas quem tem a dose que nos livrará desse blablabá interminável do pensamento comum?
Cris Mel
" Fico à margem das ilusões como alguem admirando um rio, mas que não se engana quanto a sua correnteza. Que ve o seu reflexo na água e não se espanta, porque a imagem refletida é seu labirinto e sua resposta. Fico a espera dos meus desejos assim como a primavera aguarda serenamente o verão enquanto isso a paz se faz prersente na natureza. Os sonhos ja não me enlouquecem pois ja conheço cada obstaculo e cada esquina, por isso colho não o que planto, mas sim o que a natureza me oferece pois ela se encarrega em me dar bons frutos sem que eu precise ferir a terra com minhas mãos, sem que eu precise acreditar no sol ou na chuva, sem que eu precise usar meus atributos de forma violenta. Não me iludo, sou um verbo forte que mais cedo ou mais tarde haverão de dizer." Confesso que senti uma coisa estranha ao iniciar a escrever, um misto de alegria e distancia, de saudade e melancolia, é como se passasse um filme pela minha cabeça me fazendo lembrar de todos os momentos inesqueciveis) que junto passamos (Teatro, São Tomé das Letras, Alquimia, carnaval de rua, festas, etc, etc,etc.) São tantos momentos que em algumas coisas sinto que o meu hoje tem muitas infuencias suas de das pessoas que conosco conviveram, tinhamos gostos parecidos e eramos muito unidos. Sinto um prazer enorme em estar assinando o seu livro, desejo sucesso continuo p/ vc. Ficamos um tempo distantes mas parece que esse tempo não existiu, pelo menos eu sinto assim.


clique e confira:

Como economizar papel ...